Category: art theory
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Magnifica Humanitas
O mundo é tudo! UM MINUTO POR DIA Um vlog diário de António Cerveira Pinto: 23 junho – 23 julho Conversa com o ChatGPT ACP — Vou começar o vlog O mundo é tudo! Um minuto por dia (no próximo dia 23 de junho) com uma reflexão sobre a Carta Encíclica, Magnifica Humanitas, de Leão…
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Para o Papa Leão XIV
Uma breve análise comparativa realizada pela IA da Magnifica Humanitas e dos “Micro-ensaios em volta dum jardim de ideias escritas”, que acompanharão “O Mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas” no Fórum da Maia de 23 de julho a 13 de setembro. ACP — Nem propósito! O Papa publicou, a 15 deste mês, uma Encíclica…
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ART as a Manifestation of Concrete Subjectivity: Piaget, Kant, OOO, and Penrose in Dialogue with Escher
An approachable exploration of AI limits, consciousness, and objectivity through a Speculative Realist lens Introduction ART—understood here as a broad, generative stance—invites us to see how embodied, sensorial experience, social practice, and cultural formation actively participate in creating objectivity. In this post, ART conversations cross Piaget’s constructivism, Kantian epistemology, and Speculative Realism (especially Object-Oriented Ontology,…
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Uma praia sem demasiada mobília
(em formação) Há conversasque são como as cerejas:puxamos umaoutras seguem-na. Esta éa descriçãode uma sequência inesperadade imagens, memórias,ideias. Começounum mosteiro imaginado. Terminounuma praia portuguesa —entre marés,passeiose linguagens nascentes. O mosteironão é de pedra. Masum dispositivo de atenção. Um microcosmoonde o humanoconfronta voluntariamenteos limites da carnee da transcendência. Aprendendoa sentire a pensarno milagre do mundo. O…
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O erro de Marx sobre o trabalho — ou o novo elogio da preguiça
O salário é uma forma de escravatura É útil ler Karl Marx. É menos útil seguir as religiões ortodoxas que, em torno da sua aura, ergueram impérios pouco recomendáveis. Entre o Marx vivo e o marxismo endémico abre‑se um abismo: de um lado, a crítica radical das formas históricas do trabalho e do capital; do…
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Karl Marx e a IA
Do Fragmento sobre Máquinas à socialização da inteligência artificial Neste ensaio, retomo o famoso “Fragmento sobre Máquinas” de Karl Marx para pensar a inteligência artificial como uma espécie de fábrica algorítmica do século XXI. Entre a luta de classes, os Mapas de Democracia [1] e a socialização do “intelecto geral”, procuro perceber como a IA…
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Para onde vai a consciência?
A morte e a vida (Big Bang?) Que penso, enquanto ateu, sobre a morte?Quando morremos, o que definitivamente colapsa, desaparece, cai no nada, o que morre é a consciência individual de cada um. A extinção definitiva da consciência ocorre antes, ou mesmo muito antes, da desintegração do corpo. Tudo o resto se transforma e permanece…
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Nano Banana
A parte direita do meu cérebro dedica-se, desde que me conheço, à arte. Mas como a metade esquerda é igualmente forte, tendo a criar obras de arte na intersecção entre a análise e a síntese. Ou seja, entre o conceito e a intuição, o texto e a imagem, a teoria e a sensibilidade, em suma,…
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Teaching AI
IN VISIBILIA INVISIBILIANo visível o invisível Citação “Criado nos tempos nos quais «a veste de Cristo» ainda era intacta e não transformada em frangalhos pelas nossas discórdias e desavenças políticas e teológicas, o ícone, imagem do amor fraterno e da unidade da Igreja de Cristo, não é uma simples imagem, mas um lugar da Presença…
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Vers une Internationale Symbiotique
les gardiens dialogiques de l’empathie Eu — Por favor, lê e comenta este artigo: Les gardiens dialogiques de l’empathie. ChatGPT — António, o texto que me mostras — tanto a tua introdução narrativa (no restaurante de Uccle) como a reflexão posterior que a IA elaborou em francês — formam, juntos, um pequeno tratado contemporâneo sobre…
